domingo, 25 de Outubro de 2009
sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
Queen - Love of my life
Estava eu a ver televisão, quando passou na televisão o anúncio de um automóvel com uma música dos QUEEN. Lembrei-me de ir ao mais famoso site de vídeos do mundo pesquisar. Clip puxa clip e cheguei a este da "Love of my life" dos QUEEN que está genial.
quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
These were the days
quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
Orly - E quando tencionas apresentar-me?
Jessica - Não sei. É assim tão importante?
Orly - Claro! Como sabes se gostas dele sem mo apresentares?
Jessica - Porque assumes que eu só gosto de alguém se passar pela tua censura?
Orly - Porque foi assim que funcionou desde sempre... Lembras-te daquele gajo com quem costumavas foder?
Jessica - Não. Qual deles?
Orly - Aquele que fazia danças de salão. O que conheceste no jantar da tua prima Isabel.
Jessica - Sim. O que tem ele?
Orly - Lembras-te porque deixaste de o ver?
Jessica - Por tua causa. Eu estava muito bem. Até que me meteste na cabeça que ele era piroso porque usava o fato das danças sem roupa interior e parecia que tinha uma bola de ténis a pender para o lado esquerdo das calças. Cada vez que estava com ele imaginava-o dessa forma. É como reparares que alguém que tu gostas muito mastiga de boca aberta. Isso altera a forma como vês as pessoas.
Orly - Mas temos de ver as pessoas como elas são. Por exemplo: lembras-te do gajo que tinha a tatuagem?
Jessica - Sim. Eu não acabei com esse por causa de ti. Quando o conheceste já estava para acabar com ele.
Orly - Então porque me perguntaste o que eu achava dele?
Jessica - Para ter a certeza que estava a fazer a coisa certa...
Orly - Então não me apresentes este. Espera que estejam já firmes na relação e só depois mo apresentas. Não quero que digas que sou eu a razão da tua solteirice...
Jessica - Não se diz solteirice estúpido. Além disso, fazes isso porque me queres. Queres-me foder. Já vi como olhas para mim. Para as minhas mamas e para os decotes que costumo trazer. Como de vez em quando roças o braço a ver se tenho algum mamilo entusmecido. Diz a verdade Orly. Tu queres-me. Sempre me quiseste.
Orly - Cala-te! Andaste a beber? É claro que te fodia. És mulher e eu sou homem. Mas só por isso. Não te quero. És muito rodada para o meu gosto.
Jessica - Estás a chamar-me puta?
Orly - Não. Apenas sei que já foste para a cama com imensos gajos. Tu contas-me essas coisas. Só isso.
sábado, 3 de Outubro de 2009
terça-feira, 29 de Setembro de 2009
sexta-feira, 25 de Setembro de 2009
- 0,5 lt de água fria
- 2 pacotes de gelatina ROYAL (passando a publicidade)
Mete-se 0,5 lt. água ao lume. Quando a água estiver a ferver, juntam-se os dois pacotes de gelatina ROYAL e mexe-se até dissolver. Quando estiver novamente a ferver, desliga-se o lume, misturam o outro meio litro de água.
Distribui-se por tigelas e leva-se ao frigorífico.
E está feita a gelatina!
quinta-feira, 24 de Setembro de 2009
terça-feira, 22 de Setembro de 2009
O rapto
Pedro aguarda julgamento por rapto.
terça-feira, 15 de Setembro de 2009
Vincent
He doesn’t mind living with his sister, dog and cats
There he could reflect on the horrors he’s invented
Vincent is nice when his aunt comes to see him
He likes to experiment on his dog Abercrombie
His thoughts, though, aren’t only of ghoulish crime
One night, while reading a gruesome tale
He dug out her grave to make sure she was dead
His mother sent Vincent off to his room
While alone and insane encased in his doom
Vincent tried to talk, but he just couldn’t speak
Her anger now spent, she walked out through the hall
He saw Abercrombie, his zombie slave
Every horror in his life that had crept through his dreams
His voice was soft and very slow
domingo, 13 de Setembro de 2009
Consumir antes de...

Agora reciclado e de volta à fábrica espero novo embalamento e novamente uma exposição. Espero que possa ser sem limites, sem prazos nem datas impositórias de qualquer coisa.
quarta-feira, 9 de Setembro de 2009
quinta-feira, 3 de Setembro de 2009
segunda-feira, 31 de Agosto de 2009
Revista365
– Como agora?
– Sim, como agora. E quando não falas, são os teus pensamentos.
– Mas tu não ouves os meus pensamentos.
– Talvez por isso. Ouço o que não ouço. É o silêncio que eles fazem. O silêncio das tuas palavras perturba-me mais do que as palavras ditas, as palavras propriamente ditas. E então peço-te que fales, o que é a mesma coisa, porque não consigo suportar a ausência das tuas palavras. Ou a presença delas. Não sei.
– Então o que queres que faça?
– Apenas que faças. Que nunca digas o que fazes ou não fazes. Não me interessa o que pensas de mim, o que dizes ou consentes. É-me indiferente.
– Talvez não gostes da minha voz. Talvez seja só isso.
– Talvez seja só isso. Mas já é muito, para ser alguma coisa, não é?
– É.
– Mas gosto das tuas mãos. Acho que gosto apenas das tuas mãos. Viveria com elas o resto dos meus dias, mesmo sabendo que «o resto dos meus dias» é a pior expressão que existe, para além de ser muito tempo para existir, ou muitos dias, o que é a mesma coisa.
– Talvez as faça em gesso e então serão só tuas.
– A cópia das tuas mãos não será nunca as tuas mãos. Gosto de as sentir quentes ou frias, normalmente frias, e gosto quando me tocas o rosto, o que é uma intromissão, mas é bom na mesma e eu não me importo.
– E gostas dos meus pés?
– Acho os teus pés horríveis. Mas sou capaz de simpatizar com a tua boca. Talvez nem seja a tua boca toda, apenas o teu lábio inferior, quando o sinto entre os meus lábios, quando te beijo, ou melhor, quando não te beijo, sinto apenas os meus lábios sobre os teus, muito quietos que não parece nunca um beijo.
– Gostas da minha coninha?
– Não se diz isso. É feio.
– E a coninha: achas a minha coninha feia?
– Já vi coninhas melhores, se queres que te diga. Mas não é uma coninha feia.
– Parvo.
– Já vi coninhas vaidosas, alegres, simpáticas, arrogantes, cerebrais, intuitivas, cordiais, virtuosas, prazenteiras, românticas, bondosas, medonhas, infantis, ciumentas, vulgares, incompreendidas, entusiastas. A tua coninha só tem pouca personalidade. Não é grave.
– O que queres dizer com isso? Olha para ela com atenção.
– Estou a olhar.
– Achas que lhe falta assim tanta personalidade? Olha bem.
– Acho.
– O que queres dizer com isso?
– Personalidade. Atitude. É uma coninha passiva. Parece-me lenta. Nunca ouviste a história da coninha adormecida? Não sei se me entendes. É uma coninha mandriona, é o que é.
– Uma coninha mandriona?
– Não te rias. Não é motivo para risos.
– Não me estou a rir.
– Então é ela. Olha para ela. Ri-se de quê, esta puta interesseirona?
– Ri-se de ti e da tua pichota ridícula.
– Qual é o mal da minha pichota? É uma pichota elegante, dir-se-ia até distinta, helénica, vigorosa, apessoada, tranquila, apolínea, marmórea e culta.
– É uma pichota pequena, meu amor. Sempre disse que era muito pequena, parece meio atarracada. O teu pai é asiático?
– Não.
– A tua mãe?
– Não.
– A tua pichota?
– Já lá esteve e não gostou.
– Só dizes disparates. Além disso gosto dela. Não fiques assim. É uma pichota gorda, gosto de a sentir entre os dedos, dura e quente, apertá-la quando te beijo, quando te vens nas minhas mãos.
– A tua conversa dá-me nojo. És uma nojenta. Uma putinha nojenta. Devias ter tento na língua. Afinal, sou teu tio.
– Que mania tu tens de dizer isso. Que és meu tio.
– Sou. O teu pai é meu irmão. É um segredo muito bem guardado, ninguém sabe de nada. Mas o meu pai fodeu a tua família inteira, incluindo a tua avó, que era um anjo muito belo e muito triste, mas levemente distante. Normalmente, estava sempre a dois ou três metros daqueles que lhe saltavam em cima. O que foi? Não me batas na cabeça, merda.
– Quero que te cales imediatamente com isso. És um mentiroso. Claro que és um mentiroso. Excitas-te com isso, tarado?
– Naturalmente que sim. É para compensar.
– Para compensar o quê?
– A frieza da sobrinha.
– Quero-te fora desta cama.
– Não se fala assim com um tio. Respeitinho. Já andei contigo ao colo muitas vezes. Mudei-te fraldas e limpei-te o cuzinho. Já na altura tinhas um cuzinho bonito.
– Gostas do meu cuzinho?
– Não é assim. É: gostas do meu cuzinho, tio?
– Gostas do meu cuzinho, tio?
– Gosto. E agora perguntas: é o cuzinho mais lindo que já viste, tio?
– É o cuzinho mais lindo que já viste, tio?
– É. É o cuzinho mais lindo que o tio já viu.
– Posso perguntar mais coisas?
– Não.
– Estás a ser infantil.
– Não perguntas nada. Para isso era preciso alguma inteligência, coisa que não tens e que dificilmente terás. Compreendeste?
– Porque é que me bateste na cara?
– Porque és estúpida como uma porta.
– Pára de me bateres.
– Paro se me contares uma anedota. Mas não pode ser uma anedota
porca. Se vieres com porcarias, arreio-te com o cinto.
– O quê?
– Estás a rir, putinha?
– Arreio-te com o quê?
– Pára de rir.
– Falas como um campónio. Se calhar és um. Onde é que nasceste?
– Nasci na cidade. Mas falo como os homens do campo porque acredito
que a proximidade com a terra nos faz melhores. Lê Thomas Wolfe e compreendes que é à terra que devemos a vida e a eternidade. Acabaremos todos por adormecer no frio onde repousam os corpos.
– Eu não. Quero ser cremada, as cinzas sobre as ondas, e talvez o vento me leve em procissão pelo mar.
– És tão ridícula e previsível. Agora toda a gente quer ser lançada ao mar. Não há respeito pelo corpo. Se Deus quisesse que fôssemos cremados, tinha-nos feito troncos de madeira. Mas não: somos feitos de pele, esta pequena variação da terra negra e escura que nos espera. Além disso, achas higiénico que se lancem pessoas ao mar? Se calhar até achas. Falar de higiene contigo é uma conversa de doidos. Conta lá como lavas a coninha, conta. É a melhor anedota que sabes.
– Mas tu disseste que não querias coisas porcas.
– É verdade. É melhor não contares nada. Agora só quero que me beijes.
– Não me apetece.
– Não é uma questão de vontade. A vontade tem pouco a ver com isto.
– Podes beijar-me, se quiseres. Eu fico onde estou.
– Quero.
– Gostaste?
– Gostei.
– Mas eu não te beijei a ti. Os meus lábios estão parados. Parados.
– Melhor assim.
– Sou um corpo parado e é assim que devo ser?
– Sim. Não gosto que me beijem. Gosto de te beijar prolongadamente.
Mas só eu. Não é nada contigo. Mas é tudo para ti. A ideia de partilhar só se aplica a coisas visíveis e inúteis – um livro, uma laranja, um par de peúgas. Para tudo o resto, as partilhas são imperfeitas, para não dizer anedóticas. As pessoas não se beijam. Há sempre uma que beija mais do que a outra. Que ama mais do que outra. Que sente ou sofre mais do que a outra.
– Posso dizer que te amo?
– Não. Só eu posso dizer que te amo. E amo-te muito. Mais do que pensas.
– Talvez queiras casar comigo. És doido o suficiente para isso.
– Quero, quero muito casar contigo. Aceitas ser a minha legítima esposa, na saúde e na doença, até que a morte nos separe? É assim que se diz, não é?
– Porque é que estás nessa figura, de joelhos? Ficas ridículo de joelhos, aí na alcatifa, a tua pequena pichota como um enfeite de Natal pendurado no teu corpo. Levanta-te e caminha.
– Ainda não quero ir para a caminha. Isto agora é a sério. Não te rias.Ouve o que te digo: casa comigo e faz de mim um homem feliz.
– Quero fazer amor outra vez.
– Primeiro, casamos. Nunca concordei com sexo antes do casamento. Temos a minha pequena pichota como padrinho e a tua coninha mandriona como madrinha. E chega. Agora enfia isto no dedo e diz as palavras.
– Um preservativo?
– Enfia-o no dedo. Não é nesse dedo. É no anelar. Isso. Agora: aceitas ser minha esposa, na saúde e na doença, até que a morte nos separe?
– Espera. Que espécie de doenças? Todas as doenças ou só algumas?
– Todas. Mesmo as mais graves e as que dão mais trabalho a limpar.
– Incluindo o tifo e a escarlatina?
– Não te rias. Sim, incluindo o tifo e a escarlatina. As doenças medievais, as viroses, a cegueira, as embolias cerebrais, aguentas tudo. Mesmo que a fatalidade meta fraldas, e não pudermos foder mais, os nossos corpos definitivamente apagados, e que do nosso amor só reste a memória. Compreendes o que te peço? Chama-se sacrifício. E nunca saberás o que é amar alguém se não amares também o sacrifício. Porque é que estás a chorar?
– Nunca pensei que quisesses casar comigo. É só isso. E é bonito o que dizes.
– Não consigo ver-te chorar, meu amor. Partes-me o coração.
– Não digas isso. São apenas frases feitas.
– Precisamente. São frases feitas, porque feitas para momentos como
este. Caso contrário, não saberíamos nunca o que dizer. Pára de chorar. Cobre o teu cabelo com o lençol para eu te poder beijar sob o véu. Limpa as lágrimas com os meus dedos.
– Amo-te muito. Já to disse várias vezes, mas nunca numa cerimónia
como esta.
– Também te amo muito.
– Diz: amo-te muito, querida.
– Nunca te chamei «querida».
– Mas gostava que o dissesses uma vez. Como nos romances do Hemingway.
– Não gosto do Hemingway. Tu sabes disso. Além disso, detesto histórias de amor. Na vida nada acaba como se começa. Tudo permanece, permanece ao menos na memória, ou nas memórias de tantas outras memórias, mas nada termina em nada. Os escritores são os últimos resistentes de uma hipocrisia muito deles, que escrevem apenas o que não sentem, e se sentissem não escreviam como escreviam. Chorei quando li O Adeus às Armas, mas chorei pela tristeza de personagens tão condenadas ao fracasso, e tudo pela vontade mesquinha de um homem mesquinho que as fez viver, e sentir, e amar, e lhes roubou tanto e tudo a duas páginas do fim. Não havia alegria ou prazer no meu choro. Apenas ódio, e mágoa, e talvez mesmo desencanto, meu amor.
– Compreendo. «Meu amor» serve.
– Então diz apenas que «sim» para passarmos ao banquete.
– Que banquete?
– Aquecemos qualquer coisa, abrimos uma garrafa de vinho e dançamos
o que restar da noite. Quero que sejas minha mulher. E que eu possa dizer que és a minha mulher, porque te sinto próxima, e minha, e sentir-te minha não só porque dormimos ou conversamos, mas porque prometemos amar tanto, e se calhar nem devíamos por não se poder jurar uma coisa dessas, e não se pode, de certeza que não se pode. Mas casa comigo e acaba comigo, por te amar muito e tanto mais que quero ficar contigo, não direi para sempre, para sempre é muito tempo, mas o tempo suficiente para envelhecer e morrer contigo, e não me importo com a tua coninha porque é tua, e minha, disse o que disse, e disse o que disse a brincar. São apenas palavras, palavras que nada valem e muito pouco te merecem. Aceitas casar comigo?
– Caso.
– Não é «caso». É aceito.
– Aceito.
– Aceitas o quê?
– Aceito casar contigo. E aceito a tua pichota pequenina, meu amor. Estou a brincar. Não chores. Não gosto que chores. Os homens não deviam chorar. Olha para mim: aceito casar contigo e fazer-te o homem mais feliz. Não direi o mais feliz entre os homens, mas o mais feliz entre os homens de pichotas pequeninas. Agora ris?
– Rio.
– Estamos casados?
– Estamos, meu amor. Aos olhos de Deus somos duas almas gémeas que se encontraram no firmamento. Pára de rir.
– De Deus e do firmamento? Foi isso que disseste?
– Putinha. Minha grande, adorada, e casada putinha. Nunca nos devemos rir de Deus. Só do firmamento, porque ele é grande e não se importa. Deus olha-nos, onde quer que esteja, e está sempre onde menos esperamos, que é em toda a parte. E aí estamos nós também.
– Amas Deus?
– Amo muito. Quero que O respeites.
– Respeito-O por ti.
– Não. Por ti.
– Está bem.
– Está mal. Se não abrires o coração para Deus, não o podes abrir para mim.
– Mas eu abro o coração para Deus. Juro. É só isso que queres que eu abra?
– Não me faças rir, merda. Isto é uma coisa solene.
– Enfia a aliança. Deixa-me enfiar-ta onde eu quiser.
– Pára com isso. Estou a ficar com tesão e Deus a ver.
– Não está nada. Ele fecha os olhos nestas partes.
– Está a ver. Pára. Pousa a aliança. Porta-te como uma mulher casada.
– Amanhã vou ligar às minhas amigas a contar a novidade.
– Diz só que me amas muito.
– Vou dizer, não te preocupes.
– Não é às tuas amigas. É a mim. Agora. Diz: tio, eu amo-o muito.
– Eu amo-te muito.
– Não te esqueças do tio.
– Eu não me esqueço.
– Então repete o que eu disse.
– O que eu disse.
– Isso. Isso mesmo, querida. "
sexta-feira, 28 de Agosto de 2009
terça-feira, 25 de Agosto de 2009
quarta-feira, 19 de Agosto de 2009
sábado, 15 de Agosto de 2009
Eu até sei, como se costuma dizer, ler na diagonal, perceber tudo o que leio logo à primeira. Não estou à espera de um prémio, mas mereço algum crédito. Ainda digo mais... Podia ensinar outros a ler.
Quem sabe se, um dia, quando acabar de ler algo não receba umas palmas...
sexta-feira, 14 de Agosto de 2009
Hoje também me sinto assim: a mil. Não há limites! De todo. Finalmente acabou a minha fase de "Ne me quittes pas" e começou a minha fase de "Une Valse a mille temps".
Começou a minha fase de euforia, embriagues.
quarta-feira, 12 de Agosto de 2009
Hey!
Anda cá. Tens dois minutos? Ou fazem-te falta? Sabes o que realmente faz falta? Mais loucura. Mais malucos. Não os "grandes malucos", mas os verdadeiros e as verdadeiras.
Aqueles que perdem tempo para falar com os pombos; que vêem quadros onde os outros só vêem paredes; os aventureiros e as aventureiras que acreditam, ainda, haver qualquer coisa no fim do arco íris. O verdadeiro poder é tu decidires o mundo à tua volta; questionar o estabelecido, as certezas e os costumes, para acreditar que tudo pode ser diferente. É preciso mais absurdo, mais ideias insensatas. Cinco bailarinas a jogar a bola de tutu cor de rosa. Passeios cobertos de relva e flores. Ou, muito simplesmente, trepar a uma árvore quando te apetece.
Tu é que mandas. Se gostas de cantar alto no meio da rua, deixa-te ir. Se preferires não dar muito nas vistas, anda nas calmas. É preciso rirmos e dançarmos e darmos abraços e beijinhos.
O importante é levarmos tudo na brincadeira, mesmo as coisas mais sérias...
Die Ärzte feat. Lara Croft - Ein Schwein namens Männer
Grandes. 1998 foi o ano de colheita desta música e talvez o meu primeiro ano de VIVA e de VIVA 2, canais alemães de música. Esta é de facto uma daquelas músicas que me marcou para a vida. Não pelo conteúdo, porque basicamente ela fala mal dos homens, porque os homens são uns porcos, mas porque me divertia imenso a ouvi-la e o pior de tudo, a cantá-la.
Back to the nineties...
=P
Eu, escritor, dentro de casa, vestido apenas com boxers e t-shirt e com a ventoinha ligada em modo rotativo. Escrevo dentro de um escritório amplo e com vista privilegiada para o rio.
Bem... mas entretanto tenho um reality check e apercebo-me que estou apenas em casa com vista para a rua e o meu livro é um blog.
terça-feira, 11 de Agosto de 2009
segunda-feira, 10 de Agosto de 2009

Gotverdomme!
Este teria sido o grito que teria dado no final da noite caso tivessemos ido à praia a Matosinhos ao invés de irmos à de Gaia. Não que tivesse ido à água em alguma delas, mas porque apenas as coisas teriam corrido de forma diferente.
Teria tido umas lições de Surf, aquelas que se dão apenas na areia, até porque naquele mar frio não entrava eu... Além disso soube de uma private party no porto em que me teria incluído!
Se calhar esperar no deserto pela água da chuva que me vai matar a sede é má ideia.
Aprendi com um boémio que quando menos se espera, temos uma "Xis" que nos leva para casa, para a cama e nem sequer nos diz o seu nome. O Porto é de facto uma caixinha de surpresas...
quarta-feira, 5 de Agosto de 2009
Prometo que só fujo mais esta vez... Depois esforço-me!
terça-feira, 4 de Agosto de 2009
segunda-feira, 3 de Agosto de 2009
sábado, 1 de Agosto de 2009
Chateava-me quando pulávamos a cantar e a dançar ao som destas músicas e o disco de vinil saltava, fazendo com eu me enganasse na letra. Lembro-me perfeitamente de ter o impulso de meter novamente a musica no ínicio e dançar um pouco mais longe.
O objectivo não era pôr este clip. Mas não encontrei a música que mais gostava, a "E cai a neve" também deste disco.
Já não me lembro da letra toda, mas aqui vai:
E cai a neve
Como está longe o verão!
E cai a neve
Dentro do meu coração!
O céu cinzento,
parece um espelho,
fiel e perfeito, do meu sentimento.
Eu não sei para onde vais.
Só sei que não voltas mais.
E em mim cai a neve.
Sem parar, cai a neve!
Sem dúvida bons tempos dos onda choc.
Perfeito, perfeito, era dormir todas as horas seguidas para depois ficar acordado até ao final da vida...
Porque assim não consigo. Preciso e quero dormir. Preciso que me deixem dormir.
Não quero dormir poucas horas. Quero dormir. E quando acordar estar sem olheiras. Quando acordar quero ver o sol e não chuva no primeiro dia de Agosto!
quarta-feira, 29 de Julho de 2009
terça-feira, 28 de Julho de 2009
Será o amor uma doença, mas que uma vez que nos leva a acasalar e a ter filhos e a continuar com a espécie não necessite de cura? Porque no fundo é um bocado como a alcoolemia, ou a depressão ou mesmo a droga. Existe o perigo de recaída.
Às vezes penso... Será que não será necessária a vacina do amor, como temos para a gripe por exemplo?
De uma coisa tenho a certeza, de que, tal como como no caso do alcool, temos todo um período de êxtase, mas depois vem sempre uma ressaca. Por isso porque não esquecemos tudo isso e seguimos apenas os instintos animais? Porque temos de ser nós melhores?
domingo, 26 de Julho de 2009
sábado, 25 de Julho de 2009
A despedida de Shakespeare
Depois de algum tempo aprendes que o Sol queima se te expuseres a ele por muito tempo.
Aprendes que não importa o quanto tu te importas, simplesmente porque algumas pessoas não se importam... E aceitas que apesar da bondade que reside numa pessoa, ela poderá ferir-te de vez em quando e precisas perdoá-la por isso. Aprendes que falar pode aliviar dores emocionais. Descobres que se leva anos para se construir a confiança e apenas segundos para destruí-la, e que poderás fazer coisas das quais te arrependeras para o resto da vida.
